quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

vil

Versos e mais versos...!
Porque são tão ténues os versos,
que chegam a ser arremessos no vazio do meu coração?

Que saudade fria, que noite ruim!
Pensei que a coragem não viesse de tão longe...
O pouco que percorreu apercebeu-me,
e olhando para trás só vejo estrago.

Que incerteza tão grande de ruído pequeno,
Deste amor extremo
que me consome e persuade e me alimenta as manhãs!
É tão patético que temo,
que me assombrem duas vidas, vis e vãs.

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