Nunca deixarei de filosofar.
Ainda mais agora.
Agora que conheci Epicuro e o vou digerindo.
Como pôde tal ser padecer da morte se a todos fazia querer que não a temia?
Qual mal, qual terror, qual qualquer sentimento interior, se tinha o que queria?
Não porque desejasse a abundância mas precisamente por não necessitar dela.
Abençoado tempo que havia nesse tempo,
que permitia a todos que o desejassem filosofar
pensar até morrer, quando jovem e quando velho
até a última célula lisar o dom do pensamento.
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