Vergam-se as japoneiras cliché
cinicamente tão criticadas,
embelezam os sonhos de todos
ao acordar desvalorizadas.
Que cínicos todos somos
com consciência ou sem ela...
E eu cínica me admito
fingindo paz numa querela.
E todos os que afastam e apontam
sabendo que apontar é tão feio,
choram fome às escondidas,
o pão forte em trigo e centeio.
Por isso finjamos!
Que o sol será sempre quente,
que a lua nos dará sempre luz,
E que Ddeus existindo, é omnipotente.
Acreditemos que a vida é leve!
acreditemos que nunca vamos perder.
Para tal deixemo-nos enquadrar,
no cinismo necessário para viver.
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