segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Settembre

Montes unidos aos mares,
são candeias verdejantes
as aves surgem aos pares
os dias galopam em instantes.

Noite húmida e amena
que tarda mas não falha,
baila quente a água serena,
ausente da cidade que baralha.

A meta é longínqua
e enquanto a cidade dorme
procuro a voz faminta
de ti ouvir só o meu nome.

A vida vai correndo
o sol esconde-se e de novo vai nascendo.

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