No breu esconde-se a dor.
Sente-se a ferida rasgar a pele.
A solidão irrompe dum tal esplendor
Como e para que a solidão zele.
E a solidão cuida e arrasta
Em seu seio cai um sorriso.
Do esplendor uma lágrima nefasta.
O sorriso é impreciso
Pois uma só lágrima de esplendor,
Não, não chega…
Para mim não basta.
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