E sozinha no mundo
Acrescentei um agregado,
Aproveito a dualidade a fundo
O mundo é-me dado de bom grado.
Entre ruas desertas aprofundo
Um mal que me cresce meio torpe
Páro um pouco... Um vagabundo.
Ignoro. Sigo a sorte.
Sinto o pano ao corpo colado
Nele um cheiro nauseabundo
Solto um sorriso rasgado
Pensando nele incluir o submundo.
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